segunda-feira, 9 de junho de 2008

Tuareg Bar

No sábado à noite saí com o meu grupo de amigos habitual, e já há muito que não íamos até ao Tuareg, então decidimos ir matar saudades. Para quem não sabe, o Tuareg é um bar inspirado na cultura marroquina, é um sítio calmo e exótico, com boa música. Chegamos por volta das 23h da noite e já estava a abarrotar. Por sorte, encontramos no centro uma mesa livre. Conversamos, rimos, fumamos muita shisha, e bebemos umas quantas rodadas de shots TGV (o mais forte segundo o empregado). Bateram as doze da noite, era hora de entrar a menina da dança do ventre. E quem era? A Ana (brasileira), a mulher do dono do bar, que é boa, lindíssima e super simpática. Como já lá vou há muito tempo, já tive oportunidade de conversar com ela umas quantas vezes. Ela entrou linda, deslumbrante, maravilhosa, os meus olhos brilharam e seguiram-lhe os movimentos. Olhou em volta até chegar a mim, assim que me viu, sorriu e piscou-me o olho. Dirigiu-se para a zona de chão nivelado do bar e começou a dançar, tão graciosos e sensuais que eram os movimentos dela... Observava-a atentamente: o cabelo comprido, liso, fino, e castanho, escorria-lhe pelos ombros e pelas costas; as lantejoulas do top brilhavam e chamavam à atenção para o peito quase despido; e a barriga firme, ondulava de forma hipnotizante... Movimentava-se por entre as mesas enquanto passava com o véu pelo rosto das pessoas por quem passava. A certa altura, aproximou-se da nossa mesa, à medida que se aproximava olhava-me fixamente, e eu fazia o mesmo. Quando chegou à nossa mesa, passou levemente a mão dela pelo meu rosto, e desceu, pelo meu peito, pela minha barriga, e pelas minhas pernas enquanto se afastava. E este momento mágico durou até à 1h. Depois retomamos o diálogo, à medida que bebíamos e fumávamos. Saímos às 3h, e encaminhámo-nos para a Vogue, onde ficámos até amanhecer...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

domingo, 1 de junho de 2008

Sexo, bondage, drogas, automutilação, masturbação... Great clip!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Suplício

De súbito, deu-se-me um cálido frenético,
Que enclavinhado tentei não ostentar,
Pois já era a necessidade crepitante e uma libido sem nada de ético,
Que interiormente e voluptuosamente insistiam em clamar

Opresso de tal deleite emparedei a fé,
Tremi de vigor e suores por outrora a ter desvirgado sem clemência,
Insuflava-me o peito em vagas de agonia dilacerada equivalente ao polé,
Pois desejava sodomizar vorazmente até à exaustção "aquela" inocência

Às súplicas molestei e retorqui guturais de satisfação,
Ao choro estridente e de auxílio amordacei,
À expressiva feição de dor contemplei a perdição,
E só então o seu físico prodigioso fissurei

Insaciado e displicente, não no fulgor da vontade,
Decomposto e entorpecido mas intensamente eréctil e descascado,
Puni sem devaneios a castidade,
Onde heregemente e conspurcadamente derramei-me em tom marfinado...

terça-feira, 27 de maio de 2008

A minha fantasia


Ultimamente dou comigo, em plena aula, a fantasiar que fodia violentamente a boa da prof. de Penal ali mesmo, de preferência em cima da secretária dela. Eu ali a dar-lhe umas valentes aberdoadas naquele rabo e ela a gemer que nem uma cabra: "Fode-me! Huummmm! Aaaaahh! Fode-me que nem uma puta!". É a trintona que mais tesão me dá! E com jeitinho não estou assim tão longe quanto isso (de a foder!). Ainda há umas semanas, estava eu trajado, e vira-se ela para mim em tom sugestivo: "Hum, o menino fica todo jeitoso trajado! Gosto tanto de o ver assim, venha assim mais vezes!". E eu só pensava: "Eu até te fodo essa cona trajadinho e tudo, é só pedires!". A gaja é uma putéfia toda assanhada e está mortinha por afinfar aqui o menino!

Next objective: Fuck my hot teacher!

sábado, 24 de maio de 2008

My new tattoo
















Tem menos de um mês! Confesso que tive um certo receio, estava desde ínicio de 2007 para a fazer, receio não pela dor mas pelo medo de um dia acordar olhar para ela e não a suportar! Mas pensei, "deixo de andar nu pela casa para não a ver constantemente, e assunto resolvido!" (LOL), respirei fundo e lá fui! Devido ao tamanho demorou um par de horas valentes a ser feita, e com a inquietação e a ânsia de a ver por fim em mim parecia-me que o tempo não avançava, mas cá está ela, perfeita! Quanto ao que representa, julgo que é nítido, é um S e uma Clave de Sol. O S é a inicial do meu nome e do meu signo, a Clave de Sol é pela paixão que tenho pela música, o que ela representa para mim. Digamos que a música tem uma relação imaculada de complemento com o meu espírito. Nutrem-se mutuamente. E pronto, achei que seria uma bela junção. Aqui ficam algumas fotos!




PS:Agradeço que não dêem muita importância à decoração manhosa do espaço a meu redor, quem vive com os papás sujeita-se a este tipo de coisas (há males piores!).